CALÍGULA

ESTRÉIA
27 de junho de 1992
SINOPSE
Calígula é um retrato visceral da decadência de um império corroído por intrigas, corrupção e loucura. Inspirada na obra de Suetônio, historiador romano do século II, a peça mergulha na vida de Caio Júlio César Augusto Germânico — mais conhecido como Calígula — um dos imperadores mais controversos e enigmáticos da história de Roma.
No palco, cinco atores dão vida a 17 personagens, construindo um mosaico de poder, delírio e violência. A narrativa expõe não apenas a insanidade de um homem que se acreditava divino, mas também a fragilidade das instituições que o cercavam, revelando como o medo e a ambição moldaram o destino de um império.
Entre cenas de excessos, conspirações palacianas e momentos de brutalidade, o espetáculo convida o público a refletir sobre os limites da autoridade e os perigos da concentração absoluta de poder. Mais do que uma biografia, Calígula é uma metáfora atemporal sobre a condição humana, mostrando como a loucura de um governante pode se tornar o espelho da própria sociedade.
FICHA TÉCNICA
ELENCO
Ademir Sossemeier
Luciano Lopes
Joel Dias
Eliana Comiran
Nereu Lopes
Greisse Almeida
Mike Aguiar
Vera Lucia Reimers
CENOTÉCNICA
Iluminação – Mike Aguiar/ João Luis Seguetto
Sonoplastia – Marcos Lopes
Figurino -Sueli Lopes (in memorian)
Texto & Direção
Mike Aguiar
CURIOSIDADES
• O espetáculo Caligula é a única peça a ter a lotação esgotada do teatro municipal na estreia com mais de oitentas pessoas em pé, o que hoje não é mais permitido.
• No Teatro 25 de junho de Erechim, o ambiente estava completamente lotado, marcado pela presença de autoridades como o Prefeito, a Primeira-Dama e diversos vereadores, que prestigiaram a a apresentação.
